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Pokerface

  • Nov. 9th, 2009 at 12:46 AM


 
 
 
 
 
 
Bem, primeiramente, esqueçam o título. Não, não tem nada a ver com Lady Gaga, muito menos com o significado da palavra em si. Não me perguntem o porque do título, se chegar no fim do post e você não entendê-lo, não se considere desprivilegiado de inteligência, é que...não é fácil me entender. Enfim, depois de um domingo de altos e baixos, me vem o filme 'Bem vindo ao jogo', ou 'Lucky you', eu acho. Fato é que, depois de acordar passando mal, com dores de barriga insuportáveis, vem aquele almoço...aquele almoço, mais ou menos como uma amiga minha disse uma vez, 'de abrir o botão da calça, arrotar e peidar até dormir'. É...foi mais ou menos assim até a parte de dormir. Não, eu não dormi, estava passando ManchesterxChelsea, não ia perder de maneira alguma. Realmente, eu não perdi, mas o Manchester perdeu. Mas, graças a Deus, como foi o almoço mais cedo, mais tarde, eu tive o Flamengo me dando várias alegrias...3x2 no Atlético-MG, seguido por uma boa dose de tédio e decepção temperados com um violão, um bandolim, algumas gaitas, Bob Dylan, e o sempre presente Humberto Gessinger. Além da HBO não ser mais 'A HBO' no domingo à noite. Maasss...só pra seguir a regra, o bendito CineMax me proporciona mais uma vez beliscar os ápices do dia de hoje. Se é que hoje é hoje, 00:55h. Enfim, 'Bem vindo ao jogo' colocou na mesa, não só cartas de poker ou Ryan Adams muito bom (na trilha sonora), colocou o dia de hoje inteirinho na minha frente, no poker, na vida, há altos e baixos, basta saber a hora de parar, a hora de não arriscar e a hora de colocar todas as cartas no jogo. Afinal, quem faz nossa vida somos nós, não somos ? É preciso, também, saber a hora de mudar de estratégia, a hora de apostar numa dupla, mesmo correndo o risco de perder para um flush. E a pesar de tudo, o jogo não é apenas probabilidade. É preciso saber olhar na alma das pessoas. Não nos olhos. Não na expressão. É na alma. Sinta-se à vontade para chegar lá. Muitas das vezes, a gente não consegue ver que é hora de mudar, precisamos de outra pessoa para nos falar. Outras vezes, cada um sabe o quão cômodo deve ser com a vida. É tão bom viver aparentando felicidade, respirando saúde e falando da vida dos outros ? Não sei vocês, mas eu não acho, tiro minhas fichas dessa mesa, parto para outra, mas sempre com aquela cara ali da foto. A boa e velha pokerface (não tem muito a ver com o significado do título). Desculpe a repetição de referências, mas vou fazer isso duas vezes. É que 'Além da Máscara' do Gessinger no Pouva Vogal veio me visitar em pensamento. Escutem. Voltando, sim é tempo de mudanças, é tempo de olhar novos horizontes. Aliás, todo tempo é tempo de mudanças. E não diga que ninguém avisou, pois há muito, o grande Dylan dizia: 'The times, they are a-changing'. É hora de trocar o disco, trocar de vida, trocar de mesa. Deixar a futilidade o mais longe possível do cotidiano. Acho que descobri a hora de mudar de estratégia. E a hora de parar algo que não faz bem. Mas pretendo manter essa máscara. O mesmo sorriso idiota. E quem conseguir olhar dentro da alma, além da máscara, verá que a vida é Simples de Coração, basta saber jogar. Aaanndd, 'The times, baby, they are a-changing'.

Aren't We ?

  • Sep. 10th, 2009 at 10:26 PM




Hoje em dia, com toda essa globalização, é muito complicado não saber o que se acontece no mundo inteiro. Principalmente quando o assunto interessa. É até estranho saber que existem MUITOS caras melhores que você. E, é realmente difícil aceitar o fato de ser só mais um nessa imensidão. Mais um. Como tanto outros por aí. É realmente difícil aceitar que a maioria dos esforços são em vão. Se é que alguém me entede, eu queria apenas dizer que não adianta se fazer malabáres com fogo, se tem um cara na sua cidade vizinha que faz de ponta cabeça e com fogo. A realidade é muito dura. E quando isso cai a tona, é muito difícil. E quem lê esse texto, e esta conformado com a vida, se diz "feliz", não é bem assim que funciona. Todos nós já prestamos ou prestaremos um vestibular um dia. E se realmente alguém quer passar tem que ter em mente que tem um cara que estuda o dobro que você, que sabe o dobrô que você e que está muito mais preocupado que você. E você, o que faz ? Os fortes estudam mais que todos para não dar chance pra ninguém. Os fracos escondem os fatos como mentiras, como se não existisse nada embaixo de uma fútil felicidade aparente. Ou alguns, apenas choram. Fazer as coisas corretamente é o remédio? é. E todos nós já estamos carecas de saber. Mas a vida não é como uma receita de bolo. Não existe receita a ser seguida. Nós temos os ingredientes, mas nem todos nós sabemos usá-los. E, de várias maneiras o bolo vai ficar bom. Várias receitas vão dar sabores gostosos ao bolo, mas, muitas vão dar errado. São como vidas.muitas dão errado. Acontece que é como eu disse: apesar da semelhança, nossas vidas não são bolos infelizmente. Acontece que na vida, a gente pode mudar tudo a qualquer hora. Eu posso perfeitamente mudar de cidade, terminar com a namorada, fugir dos meus amigos, frequentar outros lugares...Sim, eu vou ser outra pessoa. Mas em tudo se acha contras, e nesse caso não é diferente. Não é fácil de jeito nenhum mudar de vida. Mesmo que seja pra melhor. Isso exije coragem. Enfrentar o desconhecido. Não é fácil. A vida não é fácil, e só quem viveu sabe disso (então, como eu sei?). Mas é como dizia Dylan: Esqueça os mortos, eles não levantam mais. É, a gente é só um raio do sol. SÓ UM. não mais.



 
E como um bom clássico infantil, esse post também tem um final feliz e clichê, afinal, sou só mais uma gota d'água, né? Ou talvez um bolo murcho. Concluindo, FAÇAM! Não cruzem os braços nem fiquei esperando nada, pos tua vida é agora e tá acontecendo. É hora de fazer acontecer. Não sonhe, viva. Não fique se lamentando ou escrevendo posts como esse, ainda há tempo. Ainda há coragem (?) de mudar tudo.
 
 

Quando vê, já foi !

  • Jul. 22nd, 2009 at 7:38 PM

 Já faz dois anos que se foram. O último romance da música brasileira com a boa música. Os universitários barbudos com influências de Bon Jovi e comparações aos Engenheiros do Hawaii. Quatro ex-sobreviventes de um cenário musical totalmente comercial. Quatro cavaleiros tomando pedrada. Quatro caras estranhos, que conseguiram unir o hardcore underground carioca com a decadente MPB. Quatro. Assim como o último cd da banda, na calada da noite, os Los Hermanos deram adeus as platéias. Quatro que seguraram seus dois barcos desde Anna Júlia até Bloco do Eu Sozinho.
Formado pelo "gênio amargurado da MPB", Marcelo Câmelo, o "trunfo" Rodrigo Amarante, o "escritor" Burno Medina, e o grande músico Rodrigo Barba. Amarante e Camêlo estudaram jornalismo.
A vida do grupo carioca poderia ter sido muito maior, realmente. Com apenas dois anos de carreira lançaram o hit Anna Júlia, música de trabalho do álbum Los Hermanos, primeiro álbum do quarteto. Hit que tocou no carnaval em blocos, foi regravada por muitos outros artistas. E que, então, fez a imagem dos Hermanos. Esse disco, feito embalado pela animação universitária hardcore, vendeu 300 mil cópias, o que deu tranquilidade para a elaboração do segundo disco, Bloco do Eu Sozinho. Verdadeiro fracasso de vendas. O álbum diferentemente do primeiro, mostra outro Los Hermanos, mostra a verdadeira face da banda. Com letras inteligentes, melodias calmas, alternativas. Mas que o consumismo brasileiro não entende. Esse disco trouxe, então, comentários do tipo: "Eles querem se mostrar uma banda mais adulta do que são, o que é mentira".
Em briga interna com a gravadora, cada vez mais longe da imprensa, com menos vendas, públicos cada vez menores, os Hermanos entravam em decadência popular. Porém, debaixo das cortinas se formavam uma legião de fãs, fãs dos Los Hermanos de verdade. O que se afirmou com o lançamento de Ventura (na minha opinião, melhor cd do grupo). O vencedor vira hit. E então, o público da banda começa a ver que a estrada vai além do que se vê. E como os Engenheiros do Hawaii, os Hermanos, "odiados" pela mídia, criam um universo paralelo com seus fãs. O maior pratimônio da banda. E a quem eles devem todo sucesso.
No Brasil, o que é alternativo, o que diferente, o que é original é martilizado pelo público, e pra gente se dar conta, os últimos surtos da originalidade atual na música brasileira partiu, já faz 2 dois anos. Os Hermanos não aparecem no faustão, assim como os Engenheiros...o que fazem deles, por que não, as maiores bandas do Brasil^^. O interessante foi que a decisão deles foi superinteligente, pois eles iriam produzir um disco, mas eles próprios sabiam que o disco iria ficar ruim. Então, decidiram parar do que usar o nome para vender. O mundo seria melhor se todos visessem assim.
É complicado falar, pois gosto é gosto, mas o fato, é que o tempo voa, e quando vê, já foi.
E realmente não te dizer o que eu penso, já é pensar em dizer.
" Todo carnaval tem seu fim, é o fim ". O fim deste post, o fim do Los Hermanos, O FIM, quem sabe ^o) . E por mais que o carnaval seja bom, por mais que todo samba tem um refrão pra levantar o bloco, tudo tem um fim, tudo passa, e talvez você passe por aqui.

Desista. Apenas desista !

  • Jun. 28th, 2009 at 2:11 PM

" Nessa vida passageira, eu sou eu, você é você " . E é assim que funciona. Na vida é você e você. É você e mais ninguém. Não existe confiança nos outros. É tudo questão de capacidade, quem tem, vence, quem não tem, perde. E eu garanto que vocês não gostariam de perder. Temos que saber nos conformar com o que temos. Correr atrás do queremos? Sim. Mas temos que saber até onde vai a ponte. Não podemos morrer na praia. Um vice-campeão está na mesma altura do último colocado perante o vencedor. Não existe sonho que se realize. É muito redundante que uma utopia aconteça. É preciso saber viver. Quem não sabe, sofre. Viver entregando a vida nas mãos de outros não dá certo. O melhor conselheiro de si, é você. Mesmo que a decisão for muito subjetiva, ou muito realista. Não adianta. Você mesmo deve se julgar. Cuidar do seu cangote. E, infelizmente, tem que se contentar com seus limites. A força de cada um vale o quanto cada um consegue carregar. Posso ser o mais forte, mas, se alguém mais fraco que eu, me supera, ele é o vencedor. Não tem que porque ter força, e não usá-la.
A vida nos traz tudo à tona. Quem foge da verdade, mentiroso é. Quem sofre de verdade, realista é. É assim, querendo ou não. É mais forte do que nós.

E não me pergunte se eu estou bem, apenas escute um pouco de Los Hermanos. De preferência, Ventura.

Jun. 16th, 2009

  • 11:43 PM

Ignorem o post anterior, ok ?

 " Se fosse fácil achar o caminho das pedras, tantas pedras no caminho não seria ruim "

Jun. 16th, 2009

  • 11:39 PM


POR QUE SÓ EXISTE UM ACÚSTICO MTV DO ENGENHEIROS DO HAWAII ?

POR QUE EU NÃO SOU O GESSINGER ?!

Quanto vale seu amor ?

  • Jun. 16th, 2009 at 11:25 PM


Um dia de marketing ?! Encare como quiser, o dia dos namorados nada mais é do que uma forma das lojas, botiques etc, venderem mais. Fica inevitável pra você que tem namorada ou que pensa em conquistar uma garota não dar um presente no dia 12. É mais um dia para o consumismo, mais um dia de gastos, só ?! Não. Creio que não. Há quem sabe usar isso como apenas mais uma arma para o amor. E é essa a intenção. Ficar mais um dia ao lado de quem se ama, ao lado de quem se quer estar perto. Presente? Detalhe. Quanto vale o seu amor ? Quanto devem te pagar para te conquistar ? Acho que o preço do amor está no modo como se age e como se usam as palavras, quem souber achar a melhor combinação de palavras a ponto de tocar o coração de alguém, está alguns passos a frente. O porque de dia 12 ser o dia dos namorados, só Deus sabe, ou talvez o Google também saiba. Enfim, um dia para o amor, por mais que dêem certo valor, nunca perde seu sabor (adorei as rimas).

Curta!

  • May. 28th, 2009 at 2:58 PM


 " Por que pensar em deixar um mundo melhor para nossos filhos, e não filhos melhores para nosso mundo? "

Read-me, please !

  • May. 28th, 2009 at 1:52 PM


" A década de 1960 e parte da década de 1970 ficaram conhecidas, no Brasil e no mundo, como um período de sonhos e utopias. Os jovens da época contestaram, das mais variadas formas, a ordem social, econômica, política e cultural então vigentes, propondo, em seu lugar, novas formas de se comportar, de se relacionar e de intervir no mundo. [...]
Nesse mesmo período, enquanto muitos jovens insistiam na revolução política, outros pretendiam transformar o mundo por meio de novos comportamentos, propondo uma revolução cultural. Em vez de atacar os governos por meio de partidos políticos e da luta armada - práticas da esquerda tradicional - , QUERIAM MODIFICAR OS VALORES, AS MENTALIDADES, AS ATITUDES COTIDIANAS. [...]
Esses revolucionários defendiam que, em vez de acumular capital e popriedades, deixar-se dominar pelas máquinas e seduzir-se pelo consumo, as pessoas deveriam buscar o prazer, a alegria, a integraçÃo com a natureza, desprezando todos os outros meios de dominação e controle. À força das armas e das máquinas, contrapunham o poder da flor. ' Paz e amor ' tornou-se o lema desses jovens, que deixavam crescer os cabelos, usavam roupas coloridas e, muitas vezes viviam em comunidades alternativas.
A geração dos anos 60, embalou seus sonhos ao som da guitarra de Jimmi Hendrix, a voz de Janis Joplin e dos sucessos de bandas como The Doors, BEATLES e Rolling Stones, cujas canções contestavam os costumes estabelecidos, procurando quebrar tabus e sugerir mudanças. Na mesma época, nos E.U.A., surgiu a chamada música de protesto, que teve Bob Dylan seu maior compositor [...] Em composições de letra extensa, faziam-se críticas ao 'sistema' - como era chamada a organização moral, política e econômica das sociedades que alienam os indivíduos. Esses artistas apresentavam-se em grandes festivais ao ar livre, que duravam dias e reuniam milhares de pessoas" .
Apostila 3 do Anglo para o nono ano. Na matéria História.

" Meus heróis morreram de overdose, meus inimigos estão no poder "

Saudadees...

Será que todos hoje em dia querem o consumismo pregado pelo capitalismo ?
Será que não dá pra viver simplismente ?
Será que não vão nascer caras como esses ?
Por que tantos morrem de fome, sendo que, agora a obesidade afeta a muitos ?
Será que os africanos que sofrem não são seres humanos como nós ?
Será que é correto viver de exageros, sendo que, muitos não tem NADA ?
Por que eles não têm direito ? Só por que não têm dinheiro ?
Será que isto está certo ?
Quantas estradas deve um homem percorrer antes que você possa chamá-lo de homem ?
Quantos mares deve uma pomba branca navegar antes que ela durma na areia ?
E quantas vezes devem as balas de um canhão voar antes que sejam banidas PARA SEMPRE ?
The answer, my friend, is Blowin' in the Wind...^^


Pergunte aos seus pais se eles lembram...

Blowin' in the Wnd do Bob Dylan (escutem), como fonte de inspiração^^

Por Trás da Máscara

  • Apr. 26th, 2009 at 11:24 PM


Aqui estou, novamente, como havia prometido, para atualizar este, dessa vez, pretendo tentar ser direto e mostrar onde eu quero chegar com clareza, vamos lá!
Quem nunca julgou algo pela primeira aparência e mídia que algo recebe? Que atire a primeira pedra. Porque estamos aqui não para julgar gosto musical, pelo contrário, tentando refiná-lo. Um tempo atrás, uma colega minha vira para mim e diz: " Sei lá, não gosto de Kiss, não gosto de gritaria! ". E de alguma maneira aquilo me levou a pensar, pois Kiss não grita em nenhuma música de meu conhecimento, então, eu pensei, como as pessoas são influênciadas pela mídia, e pela iagem, aparência que a banda ou o artista transmite.
Estranho não? Talvez Kiss nem seja tão pesado assim, pelo contrário, eles trazem um som até dançante. Mas as máscaras, fantasias, maquiagens, guitarras e baixos em forma de machados, cospir sangue, ou até soprar fogo, levam o público e a mídia a criarem um pseudônimo daquilo, pois a aparência transforma o som deles muito mais pesado, muito mais gritante e muito mais barulhento, o que não é verdade. Kiss tem várias baladinhas, e inclusiveum álbum acústico, então é ignorância julgá-los sem saber o que realmente são.
O que nos pregaram há um tempo atrás, nossas liberdade parecem não fazer efeito. A mídia nos fazer pensar e agir conforme ela manda, por que ser'que Jona Brothers vende? Eu duvido que eles venderiam UM DISCO sem ajuda da Disney e outros meios, pelo contrário, podiam ser até ridicularizados. Mas a mídia faz a gente pensar como eles querem.
Há muita mais música atrás da música do que nós pensamos, há muito mais mundo por trás da tela da TV, a gente pode descobrir tanta coisa, que não cabe em um saco só. Temos que ter NOSSO senso crítico, pensar por nós mesmos, se Kiss usa maquiagem, e daí? Se eles são considerados do inferno, e daí? Eu creio que isso seja um motivo para escutarmos, se eles são tão brutalmente julgados, com certeza é por que possuem algo de especial, diferente no som deles. E assim que pegar para escutar, leia um opuco sobre eles, e procure escutar o som, se te agrada, se te faz sentir no topo do mundo, não julgue o som apenas pelo que ele aparenta ser.
E também, vamos procurar entender o que cada coisa quer dizer, quem sabia que a música Lucy in the Sky with Diamonds dos Beatles fazia referência a droga LSD?! *L*ucy in the *S*ky with *D*iamons, aí está, inclusive,  som da própria música nos leva a isso, algo bem "aéreo", como a sensação que a droga traz, levar aos céus, como a própria música diz em sua tradução: Lucy no céu com diamantes, além de o momento de lançamento da músia era o alge das drogas no mundo. E quem sabia que Caetano Veloso fez Sem Lenço, Sem Documento, a músca para ter o movimento contrário, *Sem* *L*enço *S*em *D*ocumento, SEM LSD. E tantas outras interpretações de músicas etc. O mundo artístico é tão interessante, basta saber conhecer. Enquanto em uma música o refrão diz: "Eu amo você", outras o refrão diz: "Eu que não amo você", e ambas têm o mesmo sentido, porém a segunda muito mais elaborada e muito mais forte. E o pior, é que a que faz sucesso, é a mais simples, por que é o que a sociedade desinteressada e bestilizada consegue entender.
Enfim, não vamos julgar nada pela aparência, leia sobre tudo,escute, e tire suas conclusões, daí crie um blog e escreva essa conclusão, e depois me passe, para eu ler. Vamos descobrir um mundo atrás do mundo, um mundo atrás de cada verso, um universo por trás de cada palavra. Vamos ser curioso, heis a mensagem!