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Pokerface

  • Nov. 9th, 2009 at 12:46 AM


 
 
 
 
 
 
Bem, primeiramente, esqueçam o título. Não, não tem nada a ver com Lady Gaga, muito menos com o significado da palavra em si. Não me perguntem o porque do título, se chegar no fim do post e você não entendê-lo, não se considere desprivilegiado de inteligência, é que...não é fácil me entender. Enfim, depois de um domingo de altos e baixos, me vem o filme 'Bem vindo ao jogo', ou 'Lucky you', eu acho. Fato é que, depois de acordar passando mal, com dores de barriga insuportáveis, vem aquele almoço...aquele almoço, mais ou menos como uma amiga minha disse uma vez, 'de abrir o botão da calça, arrotar e peidar até dormir'. É...foi mais ou menos assim até a parte de dormir. Não, eu não dormi, estava passando ManchesterxChelsea, não ia perder de maneira alguma. Realmente, eu não perdi, mas o Manchester perdeu. Mas, graças a Deus, como foi o almoço mais cedo, mais tarde, eu tive o Flamengo me dando várias alegrias...3x2 no Atlético-MG, seguido por uma boa dose de tédio e decepção temperados com um violão, um bandolim, algumas gaitas, Bob Dylan, e o sempre presente Humberto Gessinger. Além da HBO não ser mais 'A HBO' no domingo à noite. Maasss...só pra seguir a regra, o bendito CineMax me proporciona mais uma vez beliscar os ápices do dia de hoje. Se é que hoje é hoje, 00:55h. Enfim, 'Bem vindo ao jogo' colocou na mesa, não só cartas de poker ou Ryan Adams muito bom (na trilha sonora), colocou o dia de hoje inteirinho na minha frente, no poker, na vida, há altos e baixos, basta saber a hora de parar, a hora de não arriscar e a hora de colocar todas as cartas no jogo. Afinal, quem faz nossa vida somos nós, não somos ? É preciso, também, saber a hora de mudar de estratégia, a hora de apostar numa dupla, mesmo correndo o risco de perder para um flush. E a pesar de tudo, o jogo não é apenas probabilidade. É preciso saber olhar na alma das pessoas. Não nos olhos. Não na expressão. É na alma. Sinta-se à vontade para chegar lá. Muitas das vezes, a gente não consegue ver que é hora de mudar, precisamos de outra pessoa para nos falar. Outras vezes, cada um sabe o quão cômodo deve ser com a vida. É tão bom viver aparentando felicidade, respirando saúde e falando da vida dos outros ? Não sei vocês, mas eu não acho, tiro minhas fichas dessa mesa, parto para outra, mas sempre com aquela cara ali da foto. A boa e velha pokerface (não tem muito a ver com o significado do título). Desculpe a repetição de referências, mas vou fazer isso duas vezes. É que 'Além da Máscara' do Gessinger no Pouva Vogal veio me visitar em pensamento. Escutem. Voltando, sim é tempo de mudanças, é tempo de olhar novos horizontes. Aliás, todo tempo é tempo de mudanças. E não diga que ninguém avisou, pois há muito, o grande Dylan dizia: 'The times, they are a-changing'. É hora de trocar o disco, trocar de vida, trocar de mesa. Deixar a futilidade o mais longe possível do cotidiano. Acho que descobri a hora de mudar de estratégia. E a hora de parar algo que não faz bem. Mas pretendo manter essa máscara. O mesmo sorriso idiota. E quem conseguir olhar dentro da alma, além da máscara, verá que a vida é Simples de Coração, basta saber jogar. Aaanndd, 'The times, baby, they are a-changing'.

Aren't We ?

  • Sep. 10th, 2009 at 10:26 PM




Hoje em dia, com toda essa globalização, é muito complicado não saber o que se acontece no mundo inteiro. Principalmente quando o assunto interessa. É até estranho saber que existem MUITOS caras melhores que você. E, é realmente difícil aceitar o fato de ser só mais um nessa imensidão. Mais um. Como tanto outros por aí. É realmente difícil aceitar que a maioria dos esforços são em vão. Se é que alguém me entede, eu queria apenas dizer que não adianta se fazer malabáres com fogo, se tem um cara na sua cidade vizinha que faz de ponta cabeça e com fogo. A realidade é muito dura. E quando isso cai a tona, é muito difícil. E quem lê esse texto, e esta conformado com a vida, se diz "feliz", não é bem assim que funciona. Todos nós já prestamos ou prestaremos um vestibular um dia. E se realmente alguém quer passar tem que ter em mente que tem um cara que estuda o dobro que você, que sabe o dobrô que você e que está muito mais preocupado que você. E você, o que faz ? Os fortes estudam mais que todos para não dar chance pra ninguém. Os fracos escondem os fatos como mentiras, como se não existisse nada embaixo de uma fútil felicidade aparente. Ou alguns, apenas choram. Fazer as coisas corretamente é o remédio? é. E todos nós já estamos carecas de saber. Mas a vida não é como uma receita de bolo. Não existe receita a ser seguida. Nós temos os ingredientes, mas nem todos nós sabemos usá-los. E, de várias maneiras o bolo vai ficar bom. Várias receitas vão dar sabores gostosos ao bolo, mas, muitas vão dar errado. São como vidas.muitas dão errado. Acontece que é como eu disse: apesar da semelhança, nossas vidas não são bolos infelizmente. Acontece que na vida, a gente pode mudar tudo a qualquer hora. Eu posso perfeitamente mudar de cidade, terminar com a namorada, fugir dos meus amigos, frequentar outros lugares...Sim, eu vou ser outra pessoa. Mas em tudo se acha contras, e nesse caso não é diferente. Não é fácil de jeito nenhum mudar de vida. Mesmo que seja pra melhor. Isso exije coragem. Enfrentar o desconhecido. Não é fácil. A vida não é fácil, e só quem viveu sabe disso (então, como eu sei?). Mas é como dizia Dylan: Esqueça os mortos, eles não levantam mais. É, a gente é só um raio do sol. SÓ UM. não mais.



 
E como um bom clássico infantil, esse post também tem um final feliz e clichê, afinal, sou só mais uma gota d'água, né? Ou talvez um bolo murcho. Concluindo, FAÇAM! Não cruzem os braços nem fiquei esperando nada, pos tua vida é agora e tá acontecendo. É hora de fazer acontecer. Não sonhe, viva. Não fique se lamentando ou escrevendo posts como esse, ainda há tempo. Ainda há coragem (?) de mudar tudo.
 
 

Quando vê, já foi !

  • Jul. 22nd, 2009 at 7:38 PM

 Já faz dois anos que se foram. O último romance da música brasileira com a boa música. Os universitários barbudos com influências de Bon Jovi e comparações aos Engenheiros do Hawaii. Quatro ex-sobreviventes de um cenário musical totalmente comercial. Quatro cavaleiros tomando pedrada. Quatro caras estranhos, que conseguiram unir o hardcore underground carioca com a decadente MPB. Quatro. Assim como o último cd da banda, na calada da noite, os Los Hermanos deram adeus as platéias. Quatro que seguraram seus dois barcos desde Anna Júlia até Bloco do Eu Sozinho.
Formado pelo "gênio amargurado da MPB", Marcelo Câmelo, o "trunfo" Rodrigo Amarante, o "escritor" Burno Medina, e o grande músico Rodrigo Barba. Amarante e Camêlo estudaram jornalismo.
A vida do grupo carioca poderia ter sido muito maior, realmente. Com apenas dois anos de carreira lançaram o hit Anna Júlia, música de trabalho do álbum Los Hermanos, primeiro álbum do quarteto. Hit que tocou no carnaval em blocos, foi regravada por muitos outros artistas. E que, então, fez a imagem dos Hermanos. Esse disco, feito embalado pela animação universitária hardcore, vendeu 300 mil cópias, o que deu tranquilidade para a elaboração do segundo disco, Bloco do Eu Sozinho. Verdadeiro fracasso de vendas. O álbum diferentemente do primeiro, mostra outro Los Hermanos, mostra a verdadeira face da banda. Com letras inteligentes, melodias calmas, alternativas. Mas que o consumismo brasileiro não entende. Esse disco trouxe, então, comentários do tipo: "Eles querem se mostrar uma banda mais adulta do que são, o que é mentira".
Em briga interna com a gravadora, cada vez mais longe da imprensa, com menos vendas, públicos cada vez menores, os Hermanos entravam em decadência popular. Porém, debaixo das cortinas se formavam uma legião de fãs, fãs dos Los Hermanos de verdade. O que se afirmou com o lançamento de Ventura (na minha opinião, melhor cd do grupo). O vencedor vira hit. E então, o público da banda começa a ver que a estrada vai além do que se vê. E como os Engenheiros do Hawaii, os Hermanos, "odiados" pela mídia, criam um universo paralelo com seus fãs. O maior pratimônio da banda. E a quem eles devem todo sucesso.
No Brasil, o que é alternativo, o que diferente, o que é original é martilizado pelo público, e pra gente se dar conta, os últimos surtos da originalidade atual na música brasileira partiu, já faz 2 dois anos. Os Hermanos não aparecem no faustão, assim como os Engenheiros...o que fazem deles, por que não, as maiores bandas do Brasil^^. O interessante foi que a decisão deles foi superinteligente, pois eles iriam produzir um disco, mas eles próprios sabiam que o disco iria ficar ruim. Então, decidiram parar do que usar o nome para vender. O mundo seria melhor se todos visessem assim.
É complicado falar, pois gosto é gosto, mas o fato, é que o tempo voa, e quando vê, já foi.
E realmente não te dizer o que eu penso, já é pensar em dizer.
" Todo carnaval tem seu fim, é o fim ". O fim deste post, o fim do Los Hermanos, O FIM, quem sabe ^o) . E por mais que o carnaval seja bom, por mais que todo samba tem um refrão pra levantar o bloco, tudo tem um fim, tudo passa, e talvez você passe por aqui.

Desista. Apenas desista !

  • Jun. 28th, 2009 at 2:11 PM

" Nessa vida passageira, eu sou eu, você é você " . E é assim que funciona. Na vida é você e você. É você e mais ninguém. Não existe confiança nos outros. É tudo questão de capacidade, quem tem, vence, quem não tem, perde. E eu garanto que vocês não gostariam de perder. Temos que saber nos conformar com o que temos. Correr atrás do queremos? Sim. Mas temos que saber até onde vai a ponte. Não podemos morrer na praia. Um vice-campeão está na mesma altura do último colocado perante o vencedor. Não existe sonho que se realize. É muito redundante que uma utopia aconteça. É preciso saber viver. Quem não sabe, sofre. Viver entregando a vida nas mãos de outros não dá certo. O melhor conselheiro de si, é você. Mesmo que a decisão for muito subjetiva, ou muito realista. Não adianta. Você mesmo deve se julgar. Cuidar do seu cangote. E, infelizmente, tem que se contentar com seus limites. A força de cada um vale o quanto cada um consegue carregar. Posso ser o mais forte, mas, se alguém mais fraco que eu, me supera, ele é o vencedor. Não tem que porque ter força, e não usá-la.
A vida nos traz tudo à tona. Quem foge da verdade, mentiroso é. Quem sofre de verdade, realista é. É assim, querendo ou não. É mais forte do que nós.

E não me pergunte se eu estou bem, apenas escute um pouco de Los Hermanos. De preferência, Ventura.

Jun. 16th, 2009

  • 11:43 PM

Ignorem o post anterior, ok ?

 " Se fosse fácil achar o caminho das pedras, tantas pedras no caminho não seria ruim "

Jun. 16th, 2009

  • 11:39 PM


POR QUE SÓ EXISTE UM ACÚSTICO MTV DO ENGENHEIROS DO HAWAII ?

POR QUE EU NÃO SOU O GESSINGER ?!

Quanto vale seu amor ?

  • Jun. 16th, 2009 at 11:25 PM


Um dia de marketing ?! Encare como quiser, o dia dos namorados nada mais é do que uma forma das lojas, botiques etc, venderem mais. Fica inevitável pra você que tem namorada ou que pensa em conquistar uma garota não dar um presente no dia 12. É mais um dia para o consumismo, mais um dia de gastos, só ?! Não. Creio que não. Há quem sabe usar isso como apenas mais uma arma para o amor. E é essa a intenção. Ficar mais um dia ao lado de quem se ama, ao lado de quem se quer estar perto. Presente? Detalhe. Quanto vale o seu amor ? Quanto devem te pagar para te conquistar ? Acho que o preço do amor está no modo como se age e como se usam as palavras, quem souber achar a melhor combinação de palavras a ponto de tocar o coração de alguém, está alguns passos a frente. O porque de dia 12 ser o dia dos namorados, só Deus sabe, ou talvez o Google também saiba. Enfim, um dia para o amor, por mais que dêem certo valor, nunca perde seu sabor (adorei as rimas).

Curta!

  • May. 28th, 2009 at 2:58 PM


 " Por que pensar em deixar um mundo melhor para nossos filhos, e não filhos melhores para nosso mundo? "

Read-me, please !

  • May. 28th, 2009 at 1:52 PM


" A década de 1960 e parte da década de 1970 ficaram conhecidas, no Brasil e no mundo, como um período de sonhos e utopias. Os jovens da época contestaram, das mais variadas formas, a ordem social, econômica, política e cultural então vigentes, propondo, em seu lugar, novas formas de se comportar, de se relacionar e de intervir no mundo. [...]
Nesse mesmo período, enquanto muitos jovens insistiam na revolução política, outros pretendiam transformar o mundo por meio de novos comportamentos, propondo uma revolução cultural. Em vez de atacar os governos por meio de partidos políticos e da luta armada - práticas da esquerda tradicional - , QUERIAM MODIFICAR OS VALORES, AS MENTALIDADES, AS ATITUDES COTIDIANAS. [...]
Esses revolucionários defendiam que, em vez de acumular capital e popriedades, deixar-se dominar pelas máquinas e seduzir-se pelo consumo, as pessoas deveriam buscar o prazer, a alegria, a integraçÃo com a natureza, desprezando todos os outros meios de dominação e controle. À força das armas e das máquinas, contrapunham o poder da flor. ' Paz e amor ' tornou-se o lema desses jovens, que deixavam crescer os cabelos, usavam roupas coloridas e, muitas vezes viviam em comunidades alternativas.
A geração dos anos 60, embalou seus sonhos ao som da guitarra de Jimmi Hendrix, a voz de Janis Joplin e dos sucessos de bandas como The Doors, BEATLES e Rolling Stones, cujas canções contestavam os costumes estabelecidos, procurando quebrar tabus e sugerir mudanças. Na mesma época, nos E.U.A., surgiu a chamada música de protesto, que teve Bob Dylan seu maior compositor [...] Em composições de letra extensa, faziam-se críticas ao 'sistema' - como era chamada a organização moral, política e econômica das sociedades que alienam os indivíduos. Esses artistas apresentavam-se em grandes festivais ao ar livre, que duravam dias e reuniam milhares de pessoas" .
Apostila 3 do Anglo para o nono ano. Na matéria História.

" Meus heróis morreram de overdose, meus inimigos estão no poder "

Saudadees...

Será que todos hoje em dia querem o consumismo pregado pelo capitalismo ?
Será que não dá pra viver simplismente ?
Será que não vão nascer caras como esses ?
Por que tantos morrem de fome, sendo que, agora a obesidade afeta a muitos ?
Será que os africanos que sofrem não são seres humanos como nós ?
Será que é correto viver de exageros, sendo que, muitos não tem NADA ?
Por que eles não têm direito ? Só por que não têm dinheiro ?
Será que isto está certo ?
Quantas estradas deve um homem percorrer antes que você possa chamá-lo de homem ?
Quantos mares deve uma pomba branca navegar antes que ela durma na areia ?
E quantas vezes devem as balas de um canhão voar antes que sejam banidas PARA SEMPRE ?
The answer, my friend, is Blowin' in the Wind...^^


Pergunte aos seus pais se eles lembram...

Blowin' in the Wnd do Bob Dylan (escutem), como fonte de inspiração^^

Por Trás da Máscara

  • Apr. 26th, 2009 at 11:24 PM


Aqui estou, novamente, como havia prometido, para atualizar este, dessa vez, pretendo tentar ser direto e mostrar onde eu quero chegar com clareza, vamos lá!
Quem nunca julgou algo pela primeira aparência e mídia que algo recebe? Que atire a primeira pedra. Porque estamos aqui não para julgar gosto musical, pelo contrário, tentando refiná-lo. Um tempo atrás, uma colega minha vira para mim e diz: " Sei lá, não gosto de Kiss, não gosto de gritaria! ". E de alguma maneira aquilo me levou a pensar, pois Kiss não grita em nenhuma música de meu conhecimento, então, eu pensei, como as pessoas são influênciadas pela mídia, e pela iagem, aparência que a banda ou o artista transmite.
Estranho não? Talvez Kiss nem seja tão pesado assim, pelo contrário, eles trazem um som até dançante. Mas as máscaras, fantasias, maquiagens, guitarras e baixos em forma de machados, cospir sangue, ou até soprar fogo, levam o público e a mídia a criarem um pseudônimo daquilo, pois a aparência transforma o som deles muito mais pesado, muito mais gritante e muito mais barulhento, o que não é verdade. Kiss tem várias baladinhas, e inclusiveum álbum acústico, então é ignorância julgá-los sem saber o que realmente são.
O que nos pregaram há um tempo atrás, nossas liberdade parecem não fazer efeito. A mídia nos fazer pensar e agir conforme ela manda, por que ser'que Jona Brothers vende? Eu duvido que eles venderiam UM DISCO sem ajuda da Disney e outros meios, pelo contrário, podiam ser até ridicularizados. Mas a mídia faz a gente pensar como eles querem.
Há muita mais música atrás da música do que nós pensamos, há muito mais mundo por trás da tela da TV, a gente pode descobrir tanta coisa, que não cabe em um saco só. Temos que ter NOSSO senso crítico, pensar por nós mesmos, se Kiss usa maquiagem, e daí? Se eles são considerados do inferno, e daí? Eu creio que isso seja um motivo para escutarmos, se eles são tão brutalmente julgados, com certeza é por que possuem algo de especial, diferente no som deles. E assim que pegar para escutar, leia um opuco sobre eles, e procure escutar o som, se te agrada, se te faz sentir no topo do mundo, não julgue o som apenas pelo que ele aparenta ser.
E também, vamos procurar entender o que cada coisa quer dizer, quem sabia que a música Lucy in the Sky with Diamonds dos Beatles fazia referência a droga LSD?! *L*ucy in the *S*ky with *D*iamons, aí está, inclusive,  som da própria música nos leva a isso, algo bem "aéreo", como a sensação que a droga traz, levar aos céus, como a própria música diz em sua tradução: Lucy no céu com diamantes, além de o momento de lançamento da músia era o alge das drogas no mundo. E quem sabia que Caetano Veloso fez Sem Lenço, Sem Documento, a músca para ter o movimento contrário, *Sem* *L*enço *S*em *D*ocumento, SEM LSD. E tantas outras interpretações de músicas etc. O mundo artístico é tão interessante, basta saber conhecer. Enquanto em uma música o refrão diz: "Eu amo você", outras o refrão diz: "Eu que não amo você", e ambas têm o mesmo sentido, porém a segunda muito mais elaborada e muito mais forte. E o pior, é que a que faz sucesso, é a mais simples, por que é o que a sociedade desinteressada e bestilizada consegue entender.
Enfim, não vamos julgar nada pela aparência, leia sobre tudo,escute, e tire suas conclusões, daí crie um blog e escreva essa conclusão, e depois me passe, para eu ler. Vamos descobrir um mundo atrás do mundo, um mundo atrás de cada verso, um universo por trás de cada palavra. Vamos ser curioso, heis a mensagem!

Tic-Tac Tic-Tac

  • Apr. 24th, 2009 at 12:19 AM


A vida dá voltas, o mundo não pára. O tempo não pára. E quando você vê, já foi. Não dá mais para parar e pensar. E quando dez mintos de atraso viram 4h de aula, e somadas a 2h de jogo, logo fazem sua quarta-feira. Mas peraíí...e nessa parada já e sexta, já se foi mais uma semana, um tempo que, sinceramente, não vemos passar. Mais um dia em nossas vidas. Dias normais, dias a mais. Apenas dias. O mundo roda, roda, roda, roda, assim como o relógio, e vai rodando, dando voltas e voltas em torno de si. E a cada volta, não vemos, mas tudo vai passando, TUDO. Os momentos bons passam rápido, e os ruins passam lentamente, assim como ficar entediado. Podemos não fazer nada, ficar em casa, deixar a vida, passar, não se arriscar, deixar tudo normalmente, como dias normais. Mas, podemos mostrar que somos fortes e encarar todo e cada desafio dedo pela vida. Nosso destino vem traçado acorrentado por desafios, como pedras no caminho, como espinhos em um rosa, os fracos simplismente páram no primeiro obstáculo, e vêem a vida passar, como num surto de tédio. Porém os fortes encaram desafios, qualquer pedra será retirada, po maior que ela seja. Sem hesitar, devemos encarar tudo, nos trará experiência, além de tudo. Viver normalmente é comum demais, "Eu não vou me adaptar", não consgio realmente, viver no passo calado, quieto da sociedade, e toda hora me pergunto, por que não?
Por que não sair o dia todo e só voltar de noite? Por que não viver o mundo de todas as formas, do jeito que ele nos proporcionar! Obviamente, temos tempo para tudo...sim, pare, leia um livro! Mas assim que acabar, não deite na velha cama e fique enfiado assistindo qualquer idiota falando qualquer besteira em um aparelhinho à sua frente. Saia, ué, por que não?! Vá aa uma academia, ou encontre amigos, coma algo fora, por que não? Ou até mesmo se aventure entro de casa, descubra uma receita nova, faça um desenho, invente um sistema monetário inteligente para sua família, escreva para um blog, crie uma arma super-mega-ultra-hiper-blaster-thunder equipada com um cano da lixeira aí em frente, ou sei lá! Desperte sua criatividade! O mundo recisa de pessoas assim, utilize a internet corretamente, SEJA CURIOSO! Procure tudo que achar interessante, pode ser desde a justificativa para a coloração da bosta do cavalo até a biografia do wikipedia.com de qualquer banda de hard rock progressivo dos anos 70.
Enfim, façam sua vida passar de pressa! Aproveite todos os momentos, nunca deixe uma piadinha ou uma brincadeira, oculta, seja do jeito que você é em todos os lugares. Você não precisa ver o tempo passar para chegar a conclusão de que ele passou, apenas faça ele passar, girar, rodar! Refletindo sobre a vida, nos anos de velhice, você poderá muito bem dizer que não viu a vida passar, que viveu 100 anos como se fossem 2, mas poderá dizer também, que foram melhor esses 2 anos bem vividos, bem aproveitados, do que 100 anos de puro tédio, de pura normalidade.
"O tempo não pára", realmente não para, mas se você o fizer andar devagar, ele pode até parar, como num freio de bicicleta. Deixe a roda rodando, sempre, deixe cada aresta, cada raia, cada ponteiro maluco de tanto girar, aproveite o que tem, isso é único! Pedale tanto na bicicleta da sua vida, a ponto de não se permitir freiar, e fazer o tempo parar, e sim continuar girando, girando e girando!

Get Back JoJo!

  • Apr. 23rd, 2009 at 11:38 PM

Caros leitores, leiteros, internautas, curiosos, ou babcas quaisquer, enfim, venho aqui parar reativar este blog, com mudanças pequenas de lyout, ou design, para melhor apreciação. Por pedidos, toquei a cor do fundo, para ficar melhora leitura, e não dar dor de cabeça depois, nem pejudicar a visão, a pesar de eu, particularmente achar que o blog perde um pouco da cara, com essa mudança, mas enfim, com ganhos e perdas, está aí^^.
Prometo maio empenho a partir de agora, escrever é uma necessidade para mim, e realemente me senti mal esse tempo parado, mas estamos aí de volta!
Pretendo também tirar do plano de idéias, a idéia de fazer críticas sobre cds em geral, música por música, faixa por faixa, momento da banda, álbum no geral, história deste, e referência com atualidades. Ainda está nos planos, se a preguiça não me atacar novamente, juro que farei!
Gostaria de peir mais comentários também, gente, não custa nada, deixa uma mensagem falando qualquer coisa, mesmo que seja em anônimo, pode ser mandando ir tomar leito com goiaba, pode ser dizendo que odiou, o que for, mas deixe o comentário, como já dizia o grande mártir do rocknroll (reggae, hip hop, ou sei lá) e maior auto-contraditor a si mesmo no que diz, no que faz, e no que compõe (enfim um bacaca) Chorão, do Charlie Brown Jr.: "Falem bem, falem mal, mas falem de mim". sahusahusauhsuahsauhasusasuaashashuuhshu
Comentários a parte, divirtão-se, com o Lonely Heart Club Band^^
Volta já com um post, provavelmente!
Sudações Flamenguistas a todos os Botafoguenses!
Ronaldo!

Luz Que Não Produz Sombras

  • Feb. 25th, 2009 at 10:08 PM

Existem tantos e tantas que conseguem de maneira ou outra serem completamente brasileiros, completamente amantes do Brasil. Então, para amar o que o nosso, teríamos que amar a nossa música certo? O que nós produzimos. Mas, espera, o que o Brasil produz? Nós somos meros derivados de uma cultura norte-americana-mundial mais inteligente que a nossa musicalmente. E quem disser que nos produzimos o sertanejo, que nós inventamos a viola vai estar errado, a viola é um nistrumento de origem européia, se não me engano. Mas, nós não produzimos a moda de viola? Sim, produzimos, no mais otimista patriota pensamento, sim. Entretano, nossa pauta era produzir algo inteligente, e na minha opinião, o Brasil até hoje não inventou um ritmo, um estilo. E quem levantar a mão e gritar, mas e a Tropicália? Eu pego uma definição simples deste movimento e coloco-o sem mais explicações de que a Tropicália é filha bastarda da cultura estrangeira, "A Tropicália, Tropicalismo ou Movimento tropicalista foi um movimento culturalbrasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o pop-rock e o concretismo)". Sim, eram todos brasileiros, porém não criaram um estilo musical, apenas trouxeram o que já era comum no estrangeiro para nossas realidades militaristas. Não devemos colocar a música brasileira nas altitudes, porque não está, nem devemos rebaixar a história do rock no mundo, fora do Brasil, pois sem essa história, não teríamos nem a cultura musical brasileira. São como engrenagens, uma dependendo da outra, para sobreviverem. Hoje cedo, me peguei vendo um DVD do Leoni, eu tinha desenterrado da minha gaveta. E algo me animou, eu prestava atenção naquelas letras, e elas traziam a tona coisas vividas no dia-dia, coisas da vida, coisas que pessoas inteligentes conseguem descrever, e eu admiro essas pessoas, elas conseguem descrever em forma de música, em forma de ritmo, som e rima, tudo aquilo que nós sentimos e não conseguimos explicar. E eles são brasileiros, Humberto Gessinger também é, Hebert Vianna (que por sinal arrebenta na guitarra) também é, o Nando Reis também é, o Renato Russo foi, o Cazuza foi também, e tanto outros que nÃo é preciso serem citados para que vocês entendam onde eu quero chegar. Eu quero apenas dizer que, na engrenagem do mundo, que roda, roda, ela parou aqui no País Tropical, e trouxe o que o Brasil precisava, não nos trouxe um estilo, um ritmo, mas trouxe a descendência da cultura norte-americana com uma pitada nacional, com uma pitada de inteligência e letras. Mas esse movimento me parece acabado, nÃo sinto mas em nenhuma banda a mesma magia que sinto quando coloco um DVD como o do Leoni para tocar. O povo brasileiro não conseguiu fazer isso se tornar sucesso por muito tempo, nÃo conseguiu fazer isso valer a pena, não fez isso durar, como uma luz que não produz sombras. E as sombras de hoje em dia, não nem a sombra do que se imagina quando a luz foi acesa. A sociedade brasileira é burra, como pode se contentar com músicas sem letra, sem melodia, sem arranjos, sem nada, sem uma mensagem. É por isso que o sertanejo/axé está no topo das paradas, assim como o Black Music e rap, são músicas simples, músicas que, para produzi-las, nÃo necessitou de tempo, e para escutá-las, muito menos. Exatamente a música do povo que nÃo precisa escutar, do povo que põe no rádio e entende o que dizer, música da sociedade doentia, bestilizada e analfabeta, sociedade desinteressada. Mas eu sinto uma luz, eu sinto que a engrenagem do mundo vai continuar rodando em seu movimento, para produzir movimentos artísticos para que possamos enfim desfrutar dos anos brilhantes de volta. O munda dá voltas? Dá. Mas a volta que ele está dando agora está muito longa, e espero quando parar, o tempo perdido se transforme em um grito de esperaça, um grito como o de tantos outros, um grito capaz de acender uma luz, que se estenda, e que dessa vezm possa produzir sombras.

Jan. 29th, 2009

  • 2:14 PM







"Diga a verdade ao menos uma vez na vida
Você se apaixonou pelos meus erros
Não fique pela metade, vá em frente minha amiga
Destruaa razão nesse beco sem saída

Diga a verdade ponha o dedo na ferida
Você se apaixonou pelos meus erros
E eu perdi as chaves mas qua cabeça a minha
Agora vai ter que ser, para toda a vida

Somos o que há de melhor
Somos o que dá para fazer
O que não dá para evitar,
Que não se pode escolher

Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho
Feitos um para o outro, feitos para durar
Uma luz que não produz sombra

Somos o que há de melhor
Somos o que dá para fazer
O que não dá para evitar,
Que não se pode escolher"

Ladys and gentleman, Humberto Gessinger.

Saudades...

  • Jan. 28th, 2009 at 4:42 AM

Saudades? Uma palavra que se expressa tão dura, tão inalcansável. O presente é algo tão normal, tão cotidiano. O futuro é algo tão incerto. O passádo é uma incógnita. O presente será futuramente seu passado. Se seus dias atualmente são bons, seu futuro passádo lhe trará tantas saudades. Irá fazer você olhar para trás e lembrar de tudo aquilo. E é num desses momentos de reflexão que se escreve um post como esse. Então o que fazer? Tão inevitável quanto a morte é a saudade. Humberto Gessinger é um dos caras que consegue por meio de palavras compor a trilha sonora da vida de alguém. A minha ele conseguiu. E chega uma certa hora na vida, que cada um toma seu rumo. E as brincadeiras ficam para trás, os filmes, as farras, os macarrões, as saídas, enfim. Vai chegar uma hora, em que tudo vai mudar. Sua vida vai ser outra. Sua cidade vai ser outra. Seus amigos vão ser outro. Algo tão inevitável não? Tão dura quanto a vida é a morte. Mas a diferença é que a morte tira marcas deixadas pela vida. Enquanto a vida vai deixando cicratizes por toda sua memória, faznedo você refletir, lembrar e dizer, " Hoje os ventos do destino começaram a soprar, nosso tempo de menino foi ficando para trás". E exatamente desse tempo que você vai sentir falta. Quando os ventos do destino começarem a soprar você terá a chance de olhar a seu redor e ver que você tem um mundo perfeito por apenas mais alguns dias. Daí em diante você vai seguir sua vida em frente. vai "levar o barco" sozinho. Mas como esquecer? Impossível. Tudo passa? Passa. Mas deixa saudades, como eu já dizia deixa marcas, cicatrizes de toda uma vida. Viver o presente é uma obrigação tão inútil não? Porque viver bem o presente e morrer de saudades no futuro? É, algo sem sentido não? Se a vida tivesse sentido não pregaria peças na gente. Olhe para trás. Dê valor a tudo isso, isso é único, isso é seu. Olhe a sua volta...São as melhores pessoas que estão ao seu lado. Sim, são elas. Elas que vão ficar no porta-retrato da sua casa. Elas que lhe rendem histórias a serem contados a seus filhos, netos, esposa. E quando numa tarde de domingo você olhar, com calma, aquele álbum de fotos, você vai chorar, vai ficar extremamente triste, com saudades. Vai lembrar daqueles momentos únicos em sua vida. Parece até mais um blá blá blá, mas não é. Amigos se vão, amigos vêm. E cada um é uma dor. Cada perda é como se nós tomássemos 80 chibatadas. Um castigo por não tê-los tratado bem. Por ter dando a atenção merecida por eles. Aquela paixão de verão. Aquela ilusão mais careta vai ficar grava em uma parte intocável do seu cerébro. A parte vital do ser humano. Uma parte que está interligada ao coração como fonte de renovação da coragem na busca por dias melhores, por dias como aqueles, dias que não esqueceremos. Dias que farão falta. Dias qua não voltam. Não voltam. Não voltam. Nem tudo na vida a gente consegue. Muitas coisas a gente tenta conseguir. Mas ninguém muda o passado. Ninguém vai excluir a saudade. Saudade. Essa é a palavra chave de toda essa dor. Um dia vai ser conosco. E um dia vai ser pra valer. Exatamente quando os ventos do destinos soprarem. Ventos até então desconhecidos. Ventos que apontam para uma direção política. Enquanto o lado emocional é trocado pelos interesses profissionais. E se você já passou por isso sabe como é. A vida dá voltas. Mas nunca gira em torno de você. E até seu pior inimigo vai fazer falta para você. E que essas palavras ecoem como um incentivo. Na busca por vidas melhores, por dias melhores, por presentes melhores e, enfim, muita saudade. Busquem saudade! Quem tem saudades se orgulha de ter vivido. Sintam saudades. É um sentimento nobre do ser humano. São 5:12 da manhã, tenho que dormir. Obrigado pela atenção. Por hoje é só pessoal. Reflitam. Estou aqui apenas dando uma ajudinha fazerem isso.
 

Pensamentos...

  • Jan. 13th, 2009 at 7:19 PM

Com o exemplo do Chinese Democracy, eu venho percebendo cada vez mais que, a música hoje vem caindo tanto de produção que parece não ter mais aquele poder de mover sociedades, mudar pensamentos, provocar revoltas ao ponto de ser até censurada. A música não nos trás mas vontade de apenas ouvi-la, como antigamente, que se pegava um LP e tocava na vitrola. Quem vai a uma loja comprar cds? Ver as novidades da música? É difícil entender principalmente para mim, que convivo com a música, como isso pode ter acontecido.
As tão sofridas batalhas pelas liberdades, principalmente a de expressão, tinham uma trilha sonora. Uma trilha sonora agressiva, que nos passavam mensagens em suas letras, algumas até em subliminares. Como era fantástico uma capa de LP? Como era mágico ouvir o Dylan e tods as suas aspirações sobre um mundo de repressão e censura daquela época? A sociedade atual não é menos cruel que a antiga. Os pensamentos capitalistas fazem um mundo preso, cheio de ódio. Um mundo em que não se consegue assistir mais a um jornal sem ver tragédias, guerras, mortes.
Onde estão os jovens que criavam melodias perfeitas para letras de agústia e dor, de sofrimento das pessoas do mundo. Onde está a revolta popular? Onde está a preocupação com o seu próximo, com o seu amigo que mora na África e sofre sem comida. Com o seu parente distante que acaba de morrar com a guerra na faixa de gaza?
Componham, mostrem seus pensamentos diante do mundo, escrevam. Quem sabe uma desas não pode ser a trilha sonora de toda um geração? Minha geração, tenho 14 anos. E meu sonho era ter a idade do meu pai. E ter vivido num mundo em que ninguém estava satisfeito com o sofrimento do outro.
Hoje uma amiga me mandou uma comunidade de orkut que dizia: Não quero me casar, ter filhos, um empreguinho medíocre, responsabilidades, pagar contas, fazer comida, cuidar de casa, passar roupa, dar satisfações a alguém, assistir a novela das 8 com a família, discutir política, ir à missa aos domingos, ter só casais de amigos, dormir no quentinho.
Um pouco exageradamente ela diz alguma coisa. Eu não consigo imaginar o retrato da música de hoje em dia. Seria um negro norte-americano com colares e brincos pendurados por todo corpo, cantando coisas sem sentido, com letras simples que falam do cotidiano e da vida amorosa desses rappers, ou seria de um idiota qualquer segurando uma guitarra e cantando com ódio canções com rimas bobas do tipo amor, dor, calor e amor de novo.
Onde estão os grandes da política da história mundial? Onde estão as canções de amor que nos fazem sentir com se estivéssemos amando alguém sem sequer ter sentido isso alguma vez na vida. Onde está o amor no mundo? Foram pro caixão junto com quase todos os grandes pensadores do mundo? Onde estão as conções que dizem "Love, Love, Love", ou "Imaginem todas as pessoas vivendo por hoje em dia"? O mundo está afundado em tédio político e musical. O pensamento de todos entrou em hibernação. Como algo tão rico consegue se tornar em algo tão medíocre? O passarinho preto (blackbird) do McCartney voou e levou junto quase todo mel do mundo. O mundo hoje em dia talvez não saiba amar. Esse pode ser o problema. Amem tanto seus amigos quanto os outros. Tenha pena, dó de quem sofre, e dedique sua vida amorosa a uma pessoa, a qual requer toda sua atenção e compreensão. Será que sou do Lonely Heart's Club Band?
Amem mais.

Chinese Democracy

  • Jan. 12th, 2009 at 12:31 AM

O novo álbum do Axl Rose, que leva o nome do Guns N' Roses na capa finalmente saiu. 15 anos né? é verdade, 15 anos, alguns milhões e um álbum entediante. Será o ego do grande Axl? Alguns milhões para arrumar uma parte da bateria é demais! É importante frizar que o Guns N' Roses não existe mais. O fundador da banda, Slash, não está mais lá, não só ele como o resto da banda original. O nosso querido Axl resolve usar o nome Guns? Não vejo assim. Dinheiro não falta para ele, não mesmo. Seus estridentes agudos entram em contraste com uma ténica nunca antes ouvida, na Street of Dream. Uma tentativa de enplacar uma baladinha. Não sei realmente qual é a democracia correta para Axl. Se a chinesa não serve, talvez uma democracia inexistente podesse servir. Pois estuprar, bater em fã, em nenhuma democracia estaria perto de estar correto. Na música que dá nome ao álbum, há uma tentativa de...não seii...algo talvez eletrônico, um riff muito sujo, assim como a música Sheckler's Revenge. Que está feia não só no riff da guitarra, mas principamente na voz do Axl. Algo trabalhado durante tanto tempo, talvez ajustes demais. A faixa If The World, realmente deixou a desejar. Quem escuta pode muito bem dizer que é uma música Pop dos anos 80 tranquilamente. Nada perto de Rock N' Roll. Este mesmo Rock N' Roll que sobrava anos atrás, em discos do Guns, e que falta a Axl hoje em dia. O criativo foi aqueles sons no começo de cada música, nos levando a algo bem longe do mundo atual, nos levando a refletir até, porém até a música começar. E como diria AC/DC: "Rock N' Roll não é poluição sonora", mas será que o Chinese Democracy é um legítimo álbum de Rock N' Roll? Na opinião é barulho, e barulho não é Rock N' Roll. Axl deveria se inspirar até mesmo no AC/DC, que nos traz um manual do Rock com Black Ice, e não uma poluição sonora.

2009

  • Jan. 11th, 2009 at 2:05 AM


Ano novo chegando. Vêm aquelas promessas de se fazer uma pessoa melhor. Este é meu primeiro blog. Quero pegar firme nele, pretendo. Não pretendo que muitas pessoas leiam. Mas que as que lêssem, que levassem algo.
Acho que esse ano provavelmente será um ano muito chato. O vocalista da minha banda se muda de cidade. Indo para o primeiro ano na escola. Mais responsabilidades nos estudos. Emfim, este pode ser meu último ano nessa cidade de muitos amigos. Pretendo mais do que tudo aproveitá-lo.
Hoje é um dia especial. Saiu a primeira múica da minha banda, confiram ae:
www.myspace.com/savageryofficial .
Essas viajens de carro costumam me fazer pensar...Hoje pensando, conferia a letra de Codinome Beija-Flor do Cazuza. Uma letra muito bonita, e que fala alguns sentimentos dos quais eu ando sentindo ulimamente. É uma música já manjada, velha, mas pára para refletir sobre a letra dela.
Numa dessas promessas de ano novo, surge uma sobre mudar o meu jeito de ser. Existem muitas pessoas que me adoram, porém eu não dou sequer o mínimo valor. Prometi melhorar isso. Mas que contradição. Num desses ataques de loucuras normais terminei (acho eu) machucando uma das pessoas que mais amo. Às vezes por falta de atenção, à vezes por atenção demais. E eu continuo perdendo amigos. Às vezes até mais do que amigos. Pessoas que eu gosto até mais que como amigo.
E como já dizia numa dessas conversas rotineiras, dando conselhos. Você sempre é o pior conselheiro de si mesmo. Tenho as piores decisões, as piores atitudes que alguém pode ter, seja amando alguém, seja apenas refinando mais uma amizade. Por isso, nunca perca seus amigos. Eles são os alicerces de sua grandeza.